A Defesa Civil de Dourados vistoriou o Rio Dourados no Assentamento Amparo, em Itahum, após o aumento do nível provocado pelas chuvas. A equipe também orientou moradores sobre os cuidados diante de alagamentos.
Segundo a Prefeitura de Dourados, áreas baixas próximas ao assentamento e à divisa com Ponta Porã foram afetadas. A vistoria ocorreu em 15 de outubro de 2026.
Os moradores do Assentamento Amparo, no distrito de Itahum, foram orientados pela equipe municipal. Entre os pontos observados estavam imóveis próximos ao rio e trechos de acesso rural.

A prefeitura informou que o nível do rio começou a baixar após atingir uma condição mais crítica em 14 de outubro. A vistoria também avaliou a ponte de acesso a Ponta Porã e as condições da estrada rural.
Alagamentos em áreas baixas levam Defesa Civil a orientar moradores
Segundo a Prefeitura de Dourados, os imóveis mais vulneráveis eram os construídos às margens do Rio Dourados, incluindo ranchos usados para pesca e casas de moradia. A orientação da equipe no trecho do rio em Itahum considerou a proximidade das construções com as áreas alagadas.
O coordenador da Defesa Civil de Dourados, Jhones Santana, explicou que as recomendações buscavam preservar a integridade física dos moradores e evitar que rebanhos ficassem isolados pelas enchentes. A atenção se concentrou nas pessoas e nos animais que poderiam ser alcançados pela elevação da água.
Moradores do Assentamento Amparo já conhecem os alagamentos associados a períodos de chuva intensa, informou Santana. Algumas pessoas retiraram móveis das casas mais próximas ao rio durante a ocorrência.
Nível do rio recua e vistoria avalia ponte e estrada rural
Com a redução do nível observada após a alta, Santana avaliou que a situação poderia se normalizar até o fim de semana de 17 e 18 de outubro, desde que não voltasse a chover forte. A previsão estava condicionada à manutenção dessa trégua nas chuvas.
Na vistoria, a Defesa Civil constatou que a ponte de acesso a Ponta Porã não sofreu danos estruturais por causa das chuvas e da elevação do rio. Já a estrada rural estava coberta por uma lâmina de água, mas não apresentava desmoronamento nem erosão.
A prefeitura informou que a água na estrada deveria baixar para que as condições fossem normalizadas. Mesmo com os alagamentos, não foi necessário isolar áreas nem interditar imóveis.

